Variedades 3 semanas atrás | Thalita Monte Santo

Não deixe a fotografia morrer, não deixe a impressão acabar

O fato é que “imprimir” hoje dá ainda mais possibilidades para quem trabalha com fotografia

por Revista FHOX

Sem a fotografia impressa não existe mercado fotográfico. E a indústria só possui fôlego para seguir existindo se a foto no papel é valorizada.

É a impressão e a venda de álbuns (gráfico ou fotográficos), fotopresentes, fotolivros e até decoração com fotografia que faz o setor girar. O fato é que “imprimir” hoje dá ainda mais possibilidades para quem trabalha com fotografia. 

Leia também: A visão da Canon para a impressão no mercado fotográfico 

E quem trabalha diariamente com fotografia sabe que conhecer as tendências pode ser um trunfo importante para ajudar a orientar decisões de negócios, criar estratégias e implementar planos para inovar as operações.

Foto: StockSnap / Pixabay

No Brasil, aproximadamente 2.350 estúdios com impressão gráfica ou fotográfica atuam no mercado. Isso resulta em 2,7 milhões de álbuns gráficos sendo produzidos no país. Sorte de quem lidera as vendas de equipamentos no cenário, como Konica Minolta, Xerox, Canon e HP Indigo. 

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Arte: Thalita Monte Santo

O futuro será da impressão digital?
De acordo com um estudo realizado pela InfoTrends, a previsão global é de que até 2021 as impressões digitais coloridas cresçam 12% ao ano, e se aproximem a 871 bilhões. 

Com isso, é esperado que haja mudanças de hábitos e a necessidade de personalização por conta da economia. A impressão digital, por exemplo, deve ganhar ainda mais importância na indústria gráfica e fotográfica, inclusive em terras tupiniquins.

Esse crescimento dramático das gráficas digitais é o resultado, principalmente, de inovações contínuas na tecnologia jato de tinta, necessidade de baixas tiragens e às melhorias significativas na velocidade, substratos, qualidade e custo das impressoras digitais.

Além disso, a impressão em grandes formatos será uma alternativa muito rentável para os negócios gráficos que buscam novas oportunidades e maiores margens de lucro. 

Imprimir ainda é a forma mais segura de se preservar uma memória
Em uma entrevista cedida à FHOX em 2019, O dono de loja/estúdio André Helwig Gross, do Ateliê das Fotos, de Porto Alegre, contou que, aos poucos, muitas pessoas estão imprimindo mais, pois já perderam celulares, HDs, etc.

Otimismo
Ainda de acordo com o estudo da InfoTrends, 68,8% das empresas entrevistadas reconheceram que haverá um aumento das oportunidades na área. Apenas 3,6% reportaram uma diminuição das mesmas. Para que atua com a fotografia e aposta na produção de fotopresentes, por exemplo, trata-se de uma grande notícia.

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Arte: Thalita Monte Santo