News 3 anos atrás | Redação

Você vai gostar do que vai ver na nova FHOX

A estreia é com negócios e traz o mote que deveria ser obrigatório para todos que vivem da fotografia: a importância da impressão

por Revista FHOX

FHOX começou como escola de fotografia no final dos anos 1980 em Curitiba. Criada por Carlos Dreher, abriu mais uma unidade e começou a formar fotógrafos em todo o Brasil. A revista surgiu dentro da escola, como boletim impresso enviado a alunos e ex-alunos.

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Da parceria com a Fujifilm (presente desde a primeira edição), a publicação foi crescendo. Passou de jornal em P&B, para uma revista colorida, mudando para São Paulo, enquanto Dreher seguia dando aulas e consultorias.

De lá para cá, as transformações do mercado foram estonteantes. Tecnologia à parte, fotografia segue importante, flertando com o vídeo, o cinema, atuando como moeda de troca, galgando novas utilidades, escalando números impensáveis. O papel da memória também mudou. As pessoas agora são lembradas em momentos marcantes por publicações do Facebook, com fotos que talvez curtam ou compartilhem. A forma de lidar com a memória impressa mudou.

Quem imprime é porque gosta muito. Lojas mudaram e quase sumiram. Fotógrafos sentem a pressão da concorrência crescente, o vídeo evoluiu e virou estratégico. As revistas impressas sentiram as mudanças. FHOX há muito tempo deixou de ser apenas uma revista impressa. Há alguns anos e durante um bom tempo seu slogan foi: “Muito mais que uma revista”, enquanto criava uma cultura de eventos que hoje explodiu no Brasil, traçava estratégias que consolidaram segmentos inteiros do mercado fotográfico.

FHOX é também responsável pela única pesquisa histórica (vai chegar ao 15º ano) sobre números do mercado fotográfico brasileiro. A mais antiga publicação de fotografia do Brasil tem orgulho de seguir impressa e agora renovada. Única da América Latina a representar o País na TIPA (Technological Image Press Association), FHOX foi estudo de caso da entidade, por não ter nenhuma similaridade com qualquer outro título similar no planeta.

Com base em tudo isso, com credibilidade e história, FHOX chega a esta edição com a maior renovação visual desde sua fundação, valorizando o conteúdo de forma mais impactante, atualizando sua marca e se preparando para o futuro. Mérito para a designer Vanuza Amarante que soube ler a essência da revista e traduzi-la para os tempos atuais.

Para anunciantes, a nova revista que começa a circular a partir de hoje, apresenta uma versão integrada, com venda de alcance, envolvendo site, redes sociais, e-mails e o clube de relacionamento com o profissional da imagem: o Cameraclub. A nova FHOX vem também com o novo FHOXPlay, um canal de vídeo que merece um post à parte veja aqui.

Na interpretação de Vanuza, a nova FHOX reposiciona sua marca e assume sua essência generalista, organizando melhor esse papel: traz sete seções nevrálgicas ao mercado fotográfico: negócios, casamento, formatura, família e newborn, vídeo, autoral e variedades. Apenas essa última seção não será motivo de uma capa ao longo do ano.

A estreia é com negócios e traz o mote que deveria ser obrigatório para todos que vivem da fotografia: a importância da impressão, que tanto valor agrega ao trabalho do fotógrafo, base do ramo. É nosso papel ‘evangelizar’ o mercado. Lugar de foto é no papel. Lugar de notícia relevante é na FHOX, ou na nova FHOX e nos seus múltiplos canais.

Tudo isso começou no ensino e virou referência de conhecimento e tendências para quem vive da fotografia. Informação e conteúdo estão no nosso DNA. Como filhos de Carlos Dreher, sabemos bem isso. Algo que não se alterou em 189 edições, 28 anos depois, não vai mudar (pois é o legado que ele deixou e que queremos manter. É algo que corre em nosso sangue).

Para você que é assinante, não perderá por esperar. Para quem não é, só uma coisa a dizer: corra para assinar. Você vai gostar das novidades, vai gostar da nova FHOX.