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Série “Ruptura”: entenda a importância do cenário e, principalmente, das fotografias feitas por Lars Tunbjörk

“Ruptura”- Foto: Divulgação/Apple TV+

A primeira temporada da série aborda temas relevantes na vida atual, como é o caso do burnout

Trabalhar, estudar, cuidar da casa, da família, da saúde física, mental… Todos os problemas do cotidiano de uma vida adulta podem causar muito estresse, levando as pessoas a ficarem doentes, caso não mantenham o equilíbrio em suas vidas. O burnout, que é uma palavra muito falada atualmente, é quando uma pessoa está à beira do seu limite emocional, gerando muito nervoso, e com isso, as consequências são vistas direto no corpo, que acaba sofrendo com isso. Principalmente quando este estresse é causado pelo trabalho, que é o meio de a pessoa se manter financeiramente e conseguir pagar as suas contas.

 Existe aquela famosa frase que diz que “a vida imita a arte”; pois é, este é um dos focos que a série Ruptura trata, a primeira temporada lançada por Ben Stiller para a Apple TV+, que conta a história de como os funcionários levam a vida entre o trabalho e os afazeres domésticos, dentro da empresa Lumen Industries, que é uma empresa enorme.

A trama da série se baseia na tecnologia, e a empresa conseguiu transformar a vida dos personagens, divididos em duas partes: dentro do trabalho e nos momentos de lazer. Portanto, dentro do trabalho, eles têm uma personalidade, e fora dele, outra personalidade, apagando o que aconteceu durante o período que estavam dentro da empresa de suas memórias.

A importância dos cenários compostos pela empresa, com luzes completamente brancas e com um aspecto limpo, causa um certo desconforto com o passar das horas, além de remeter psicologicamente que, ao estar “tudo às claras”, não se pode fazer “nada às sombras”. Como se estivessem sempre sendo vigiados por alguma autoridade do local, a impressão que passa é como se os personagens fossem ratos de laboratórios dentro da empresa.

Além das músicas compostas pela trama, que geram um clima sinistro, as fotografias feitas pelo artista Lars Tunbjörk retratam ensaios elaborados de maneira em que situações cotidianas, como é o caso de um ambiente corporativo, passem a ser absurdas, por conta do seu jeito de olhar e retratar as fotos. As fotos com pequenos detalhes, claridade e poucos itens passam um certo desconforto para quem olha, pois, por mais que existam vidas retratadas nas fotos, dá a impressão de que falta alma, como se fosse uma falta de vontade de viver. 

Portanto, os amantes de séries e os que estão cursando o curso de design gráfico irão amar a série, que relata dramaticamente um pouco do cotidiano, pois os cenários, as fotos e a composição das músicas mostram além do cotidiano e de como às vezes o ser humano está vivendo o automático da vida e se esquece dos detalhes importantes.