News 1 ano atrás | Redação

Quando uma capa dá o que falar

Última edição da revista norte-americana TIME traz o presidente dos Estados Unidos junto com a menina hondurenha da foto de John Moore

por Revista FHOX

Faz duas semanas que a fotografia de John Moore causou furor na internet e foi parar nos principais jornais e revistas do mundo. Pois a Time aproveitou a imagem da menina hondurenha de dois anos que chorava enquanto a mãe era revistada na fronteira dos Estados Unidos com o México. A combinação de Donald Trump com a criança é impactante e destaca a situação dos imigrantes que chegam ao país. A chamada na capa é: Bem-vindo à América. Trump definiu que os filhos deveriam ser separados dos pais ao chegarem ilegalmente aos Estados Unidos. A repercussão foi tamanha que Trump voltou atrás e mudou a lei. Agora pais e filhos ficarão juntos mesmo quando detidos. Mais de 2500 crianças seguem detidas sem a presença dos pais.

For the first 240 years of U.S. history, at least, our most revered chief executives reliably articulated a set of high-minded, humanist values that bound together a diverse nation by naming what we aspired to: democracy, humanity, equality. The Enlightenment ideals Thomas Jefferson etched onto the Declaration of Independence were given voice by Presidents from George Washington to @barackobama. @realdonaldtrump doesn’t talk like that. In the 18 months since his Inauguration, #Trump has mentioned “democracy” fewer than 100 times, “equality” only 12 times and “human rights” just 10 times. The tallies, drawn from a searchable online agglomeration of 5 million of Trump’s words, contrast with his predecessors’: at the same point in his first term, #RonaldReagan had mentioned equality three times as often in recorded remarks, which included 48 references to human rights, according to the American Presidency Project at the University of California, Santa Barbara. Trump embraces a different set of values. He speaks often of #patriotism, albeit in the narrow sense of military duty, or as the kind of loyalty test he’s made to #NFL players. He also esteems religious liberty and economic vitality. But America’s 45th President is “not doing what rhetoricians call that ‘transcendent move,'” says Mary E. Stuckey, a communications professor at Penn State University and author of Defining Americans: The Presidency and National Identity. Instead, with each passing month he is testing anew just how far from our founding humanism his “America first” policies can take us. And over the past two months on our southern border, we have seen the result. Read this week's full cover story on TIME.com. TIME Photo-Illustration. Girl: @jbmoorephoto—@gettyimages; Trump: Thierry Charlier—@afpphoto/@gettyimages, @olivierdouliery—Pool/@gettyimages; animation by @brobeldesign

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>> Os bastidores de uma foto marcante

O curioso nesse caso é que a foto mais marcante (da menina chorando) não representa exatamente a realidade. Pois os pais estão com a menina como foi relatado pela Reuters. O autor da foto da menina, John Moore, é fotógrafo da AFP e premiado pelo Pulitzer. Ele atua na fronteira dos Estados Unidos com o México nos últimos dez anos e disse que embora essa tenha sido a foto mais importante que ele já clicou lá, também foi a mais difícil. A foto também foi usada para uma campanha de levantamento de fundos para ajudar os imigrantes e já arrecadou mais de 17 milhões de dólares. Em tempo: você pode ler a matéria de capa da Time sobre o assunto clicando aqui: TIME, welcome to America.

>> CAMERACLUB: BENEFÍCIOS E DESCONTOS EM MAIS DE 2 MIL VANTAGENS EM UMA COMUNIDADE COM MAIS DE 4 MIL MEMBROS 

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