News 1 ano atrás | Redação

Carlos Ferreirinha fala sobre inspirações do marketing de luxo e a fotografia

por Revista FHOX

O que o marketing de luxo tem a ver com a fotografia? No que ele pode ajudar quando surgem novos negócios? Foi o que Carlos Ferreirinha, maior formador de opinião sobre negócios e gestão de Luxo e Premium da América Latina questionou aos participantes do Congresso Fotografar 2018.

“Minha missão aqui hoje é inquieta-los, fazer com que vocês se conectem a reflexões”, brincou.

Segundo o especialista, o mercado não é o mesmo que foi há 20 anos, e muito menos os clientes. Por conta da rápida evolução, é preciso que o fotógrafo saiba se locomover junto com ele, para se destacar entre seus concorrentes e fazer com que as pessoas queiram contratar seus serviços.

Foto: Anabel Kovacs

“A gente não pode mais olhar o mercado como certo ou errado. Ele virou de cabeça para baixo. As mudanças foram enormes a gente tem que observar a movimentação e seguir junto”, explica.

Para ele, que trabalha com negócios em empresas como EDS, Louis Vuitton – grupo LVMH, onde foi CEO Brasil e diretor sênior da América Latina, se espelhar em grandes marcas, principalmente do mercado de luxo e tentar se aproximar de suas linguagens e ideias de marketing pode ser uma boa estratégia.

Além disso, é precioso, ao mesmo tempo aproximar os clientes dessa nova linguagem e criar um bom relacionamento em cima desta nova evolução. “A jornada de consumo e o relacionamento devem andar lado a lado, tem que ser muito além. É preciso se questionar: onde as grandes marcas se destacam?”.

Foto: Anabel Kovacs

Utilizar a internet para isso, se aproximar de pessoas, buscar inspirações e criar coisas novas a partir do alcance que ela pode oferecer é essencial.

“Quantos de nós estamos nos conectando a essas novas oportunidades? Mas do que apenas olhar, ou observar de forma lateral é se perguntar: como é que eu traduzo isso para os tempos?”, questionou.

Aconselhando aos participantes do congresso, ele reforçou: “é preciso desaprender para aprender uma coisa nova. Tempos novos, novas eras, expectativas alteradas”.