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Janne e Ricardo Zaviasky apresentam a série “Friesians ao Mar”

Era uma vez, em um reino bem distante daqui, onde existiam cavalos tão fortes e selvagens, porém ao mesmo tempo dóceis e de uma beleza surreal, que pareciam vir de outro mundo. É assim que podemos definir a raça Friesian, ou Frísio, como é chamada aqui no Brasil.

A raça é uma das mais antigas da Europa, originária da Frísia, Holanda, com registros de gravuras e escritas sobre esses animais datadas de 1544. Usados como cavalos de guerra, quase foram extintos, porém conseguiram resistir à passagem do tempo e, hoje, podem ser encontrados mundo afora, inclusive no Brasil.

Amantes da natureza que são, o casal de fotógrafos Janne e Ricardo Zaviasky estudou a raça, fizeram contato com criadores do Brasil e, junto a uma equipe de 15 pessoas, planejaram durante seis meses o ensaio fotográfico realizado no litoral paulista.

“A história dos Friesians tem tudo a ver com liberdade, durante tanto tempo esses cavalos selvagens foram usados como animais de trabalho e, hoje, poder fotografá-los livres era tudo o que mais desejávamos”, diz a dupla.

Inspirados em registros de cavalos selvagens que correm livres pelo litoral francês em Camargue, na série “Friesians ao Mar” os fotógrafos colocam os animais como protagonistas, representando a força, o sonho, a liberdade, a natureza, entre outros tantos entusiasmos que nos estimulam ao ver as fotografias.

“O cavalo e o mar têm muito em comum. Ambos são fortes, misteriosos, temperamentais e muito belos. O mar pode estar sereno e encantador, mas contém dentro de si uma força indomável, que é uma analogia ao cavalo em liberdade”, reflete Ricardo.

Para realizar o projeto, é preciso muito mais do que “sorte” com o clima, é preciso técnica aliada a uma conexão com o animal. E o cavalo sendo um ser senciente, isto é, que percebe pelos sentidos, exige muito mais da sensibilidade do fotógrafo: “Há momentos em que acontece muita troca no olhar entre você e o cavalo. Você consegue perceber a sutileza ausente e em outros momentos, percebe a sua tranquilidade”.

Essa sensibilidade também foi direcionada para projetar a ideia de outra dimensão, graças à técnica da iluminação que se moldou ao movimento do contraste do tempo aberto e fechado, contribuindo para essa percepção.

Primando pela segurança e conforto dos animais, os dois cavalos foram transportados da capital para um haras local do litoral sul de São Paulo para serem aclimatados por uma noite. No dia seguinte, foram dirigidos em cena numa ampla faixa de areia, fotografados com teleobjetivas. “O cenário escolhido foi um trecho da praia de terreno plano, areia pouco fofa e de mar mais calmo, para não assustar nem lesionar os modelos. A observação rigorosa do respeito aos animais em todas as etapas do processo artístico enriquece ainda mais essa experiência única”, afirma Janne.

Todas as cenas gloriosas podem ser adquiridas em tiragens limitadas, exclusivas e certificadas de impressões em papel fineart 100% algodão com tintas à base de pigmentos minerais, garantindo longevidade ao tempo.

Para conferir o resultado, visite a galeria online https://www.jrzaviasky.com.br/ ou ainda a https://www.instagram.com/cinzaphotogallery/ onde os fotógrafos disponibilizam seu trabalho.