News 12 meses atrás | Leo Saldanha

Formanda será indenizada após vendedor cortar álbum de formatura

Representante da empresa danificou o álbum na hora que a cliente disse que não compraria o álbum. Caso ocorreu em Campo Grande

por Revista FHOX

Essa semana demos muitas notícias sobre ações judiciais contra estúdios, fotógrafos e agora é a vez de uma empresa de foto de formatura. Sem citar nomes, o portal Campo Grande News destacou o caso de uma cliente que ganhou a causa contra uma empresa de formatura. Ela deve receber R$ 10 mil por danos morais. Veja o trecho da matéria:

“Segundo a mulher, depois da formatura, ela passou a ser coagida por vendedor do álbum de fotos, que chegou a pegar uma tesoura e ameaçar destruír o material caso ela não o comprasse. 

Como ocorre tradicionalmente, a turma de faculdade contratou os serviços da empresa para organizar a formatura e também fornecer o álbum e DVD, em 2014. Em setembro do mesmo ano, em uma das visitas de funcionário do estúdio, ela disse que não tinha dinheiro suficiente para pagar e o vendedor acabou cortando algumas fotos do álbum em sua frente.”

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Para se defender, a empresa disse que o álbum é produzido por terceiros e que as fotos dicariam à disposição caso ela quisesse comprar depois. O fato é que a cliente gravou a cena que mostra o vendedor agindo de exagerada e em um determinado momento rasgando o álbum com a tesoura. “Aos 13 minutos é possível ver que o vendedor retira de sua bolsa uma tesoura e a coloca em cima da mesa, gesticulando e falando bastante. Na sequência, o vendedor começa a guardar seus pertences e levanta-se da cadeira, pegando a tesoura e cortando de forma brusca duas páginas de um dos álbuns, o que faz com que a autora levante-se da cadeira e retire-se da sala. É possível ver que nas páginas cortadas havia fotografias da autora em tamanho grande, ocupando a página inteira”, descreveu na sentença a juíza Gabriela Müller Junqueira.

De acordo com a matéria a cliente depositou em juízo R$ 8.182,30, pelo pagamento do álbum, que agora serão liberados à ela. “Como o álbum fotográfico foi avaliado em R$ 6.835,09 na data do depósito em juízo no ano de 2016 e, com as devidas correção alcança a quantia de R$ 8.182,30, tal valor deve ser descontado da indenização, explicou a juíza, uma vez que o produto passará a ser de propriedade da autora, devendo a ré proceder o pagamento do valor remanescente da indenização por danos morais”, explica a assessoria do Tribunal de Justiça.

Com informações do Campo Grande News.

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