Apoie a FHOX Impressa e garanta recompensas incríveis!


Terceira edição do “Farofa” democratiza fotografia em Suzano

Farofa da escola

“Tirar fotos é saborear a vida intensamente, a cada centésimo de segundo”. A afirmação do renomado fotógrafo francês Marc Riboud (1923-2016) poderia definir os objetivos culturais e artísticos do Farofa – Festival de Fotografia que tem como ideia democratizar a fotografia com novos olhares.

Na terceira edição, realizada ao longo de todo o mês de agosto, o coletivo formado pelos fotógrafos Carlos Magno, Guilherme Silva e Pedro Chavedar atendeu mais de 70 pessoas em quatro pontos distintos da cidade de Suzano: Templo Budista Koyasan Shingonshu Kongoji Nanbei Betsuin; no Viveiro Municipal Tomoe Uemura, dentro do Parque Max Feffer; Largo da Feira de Suzano e na Escola Municipal Profª Liuba Pizzolitto.

Farofa
[/media-credit] Farofa da escola

 

Nos locais, jovens, crianças e adultos de todas as idades tiveram a oportunidade de aprender a ter uma nova visão sob a fotografia e a captar imagens simples com um novo olhar em diversas oficinas e workshops.

Para os organizadores, uma bela foto pode ser feita através de um celular ou do mais complexo equipamento fotográfico profissional desde que o fotógrafo tenha um olhar harmonioso e sensível sobre o que vai ser registrado e é isto que o coletivo tenta difundir com o Farofa.

Diante disto, jovens estudantes foram estimulados a com seus próprios celulares registrarem imagens do seu cotidiano, da vida escolar e de objetos que estão presentes no seu dia a dia. Além, claro, de fotografar seus amigos. Tudo sob uma ótica particularmente mais artística e tentando obedecer a padrões estéticos profissionais.

[media-credit name=”Carlos Magno/Ateliê de Imagens” align=”alignnone” width=”1024″][/media-credit]

 

Já os adultos foram induzidos a ter uma nova percepção, cada vez mais artística, na paisagem do viveiro municipal, do templo budista e do largo da feira.

“A ideia do Farofa é fomentar a fotografia, além de discutir e divulgar a fotografia documental e autoral. São duas formas ainda pouco exploradas em toda a região do Alto Tietê e, por isso, queremos trazer nossas referências para a população e criar novas visões”, relata Magno.