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Como as transações em blockchain podem revolucionar o mercado audiovisual

Profissional da área exalta possibilidade de entregar mais volume de trabalho com melhor qualidade com uso de criptomoedas

O que antes parecia desconhecido e gerava dúvidas quanto à possibilidade de cair na graça das pessoas, hoje se mostra uma realidade, em todos os setores. As criptomoedas já são um caminho sem volta. Até mesmo em mercados em que não poderíamos imaginá-las. É o que acontece no audiovisual, no marketing, na publicidade. De acordo com Caíto Cyrillo, CEO da TRIO, Hub Global de Criação e Produção de Conteúdo Audiovisual, a possibilidade de simplificar transações que antes exigiam custos altos e burocracia permite a entrega de mais e melhores resultados. 

Isso porque a pandemia da Covid-19 mostrou que, de longe, é possível fazer muita coisa. Inclusive a contratação de profissionais que estão à distância. Acontece que, sem a possibilidade de realizar transações em blockchain, talvez a dificuldade do trâmite financeiro atrapalhasse o fluxo. “Quem ainda não trabalhava remotamente, na nossa área, precisou descobrir como dirigir uma cena à distância, como selecionar casting virtualmente, como entregar um trabalho de excelência com as restrições físicas. Mas o melhor foi poder recrutar os melhores profissionais do mundo, onde quer que eles estejam, sem qualquer barreira burocrática para contratá-los”, afirma o profissional.

Segundo as experiências que a própria TRIO vivenciou em suas recentes produções, é mais do que possível pagar por qualquer conteúdo audiovisual em criptomoeda. É um processo fácil, prático, seguro e menos oneroso. E, é claro, dentro da lei, sem sonegação, seguindo todas as práticas de idoneidade à risca. A tecnologia já se mostrava há muito tempo uma grande aliada do conteúdo audiovisual. Mas ambos nunca caminharam tão próximos. “A realização de produções com pagamento/recebimento via stablecoins, criptomoedas pareadas e que acompanham a volatilidade do dólar, como a Tether, por exemplo, é uma revolução”, acredita Caíto. 

Ele acrescenta que, em um mercado tão concorrido e competitivo, que trabalha com inovação e originalidade o tempo todo, mostrar-se antenado a um modelo financeiro que desbanca mundialmente, pode ser uma propaganda e tanto para o próprio negócio. “Afinal, quem confiaria a marca a um criador/produtor de conteúdo que ainda trabalha com cheque? Hoje em dia, a maioria dos materiais já são compartilhados na nuvem, então porque não levar as transações para esse universo virtual também?”, questiona. O CEO ainda vai além e diz que a iniciativa que coloca fim a qualquer barreira física existente promete revolucionar o mercado e subir a régua quando se pensa em entrega de qualidade. Até porque impede qualquer desculpa relacionada à ausência de profissionais competentes na região de atuação.

TRIO HUB – Creative & Film Production Hub (triost.com.br)

Sobre a TRIO

Fundada em 2010 como uma produtora inovadora, a TRIO atua hoje como um hub global de criação e produção de conteúdo, que concentra as três partes do audiovisual (foto, áudio e filme) em um único ponto de contato. Trabalha direto com o cliente ou via mediação de agências, simplificando a entrega de uma solução criativa e estratégica de ponta a ponta. Ao longo da trajetória, a marca construiu um portfólio com diversos cases de sucesso e expandiu parcerias com Argentina, México, Estados Unidos e Croácia. A empresa defende trabalhos personalizados e modelos disruptivos – data driven – de exposição para garantir resultados de sucesso. 

Sobre Caíto Cyrillo

Caíto Cyrillo é CEO e sócio-fundador da TRIO. Formado em música pelo Conservatório Souza Lima, cursou Engenharia e Produção Audiovisual na SAE, em Los Angeles, Estados Unidos, onde produziu projetos e reconhecidos artistas internacionais. No país, também estudou Empreendedorismo na Babson College, em Boston. No Brasil, fez faculdade de Rádio e TV na FAAP. Em 2009, atuou como professor de Produção Musical na Faculdade Anhembi Morumbi. Caíto acredita que o empreendedorismo tem uma conexão direta com a área de produção, já que ambos têm como objetivo tirar algo do zero para transformar em um negócio.