News 2 anos atrás | Flávio A. Priori

Canon lança iniciativa “ABC para Daltônicos”

Idealizada pela Dentsu Brasil, iniciativa usa o teste de impressão da Mega Tank para ajudar a detectar os primeiros sinais do daltonismo nas crianças

por Revista FHOX

A Canon divulgou que está lançando uma iniciativa que visa ajudar pais e professores a detectar sintomas do daltonismo em crianças. O “ABC para Daltônicos” impresso pela Canon Mega Tank vai ajudar a identificar o problema mais cedo de uma forma diferente, objetiva e mais leve.

 

Baseado no Teste de Ishihara, um exame de percepção de cores criado em 1917, três diretores de arte da agência redesenharam sua forma para os dias atuais com novos ícones mais divertidos associados ao alfabeto. Para facilitar a utilização, o “ABC para Daltônicos” foi incorporado ao teste de impressão Canon Mega Tank.

O resultado final possibilitou a criação de um livro abecedário com 26 letras. Além de ajudar a identificar o daltonismo, cada página testa a impressão. Já está disponível em aplicativo para smartphones, bastando imprimir com um clique no celular.

Para a responsável pelo Marketing de Consumo da Canon do Brasil, Tânia Abe, “É uma oportunidade de ajudar a reconhecer precocemente o problema nas crianças, reconhecendo essa dificuldade de uma maneira lúdica. São trabalhos como esse que inspiram o nosso dia a dia aqui na Canon.”

Daltônicos

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Maristela Stoianov, especialista em Visão de Cores,  explica que na maioria das vezes, a pessoa só descobre sobre o daltonismos na idade adulta. “O diagnóstico precoce ajuda muito na inclusão da criança na escola, em casa etc. As pessoas afetadas pelo daltonismo são capazes de criar um mecanismo de adaptação como qualquer outra que tem uma deficiência. Geralmente, os daltônicos são surpreendentes”, esclarece.

É o caso do grafiteiro Márcio Reis, que descobriu que tinha o distúrbio visual na escola. “Estava numa aula de biologia e o professor mostrou aquele teste de daltonismo. Nessa época, ele sentiu na pele o preconceito dos colegas e a pressão em casa. “As crianças faziam bullying comigo por não saber que cor era ou por ter pintado algum desenho com a cor errada”.