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Os 3 grandes mitos sobre produtos impressos na fotografia

O produto digital também vai bem com impresso. A força do clássico e o produto diferenciado que não precisa ser caro

Sobram mitos sobre a fotografia impressa no mercado. Depois de tantos anos acompanhando este mercado é algo que posso atestar com facilidade. Vou elencar os três mitos e como olhar sob uma ótica distinta:

1 – O primeiro mito é de que serviço não precisa de produto impresso. Isso vale para fotógrafos que só entregam arquivos digitais. A ideia de que se só faço foto de arquitetura, para que é que vou criar algo impresso se o cliente nem precisa. Ou se sou fotógrafo de um serviço como Quinto Andar. Para que algo impresso? Esse pensamento é limitado por uma razão simples: o marketing é sobre a percepção do outro e não sua. Produtos impressos para fotógrafos digitais servem como marketing seja como “cartão de visita” (portfólio) ou como um mimo diferenciado para quem você trabalha. É aquela história: fazer o que os outros colegas da área não fazem justamente para ser diferente. Uma chance de se destacar. Para fotógrafos sociais e de família que só entregam fotos digitais também cabe outro pensamento: o produto impresso como parte da oferta. Nesse caso, o cliente que pergunta “sem foto impressa é mais barato” nem tem esta opção. Já que é parte integral da oferta. Lembrando que essa decisão é sua e não do cliente. 

From above of retro photographic filmstrips scattered on white table near smartphone with empty screen

2 – O segundo mito é do básico que é só coisa simples! O clássico bem feito também vale. Essa é para quem tem produto e acha que ele é básico. O clássico se tiver alta qualidade pode ficar um pouco mais rebuscado com alguns detalhes. Exemplo: a embalagem ou algum item de personalização que você pode inserir. Uma cartinha, um presentinho extra que nada tem relação com fotografia. Já vi fotógrafos presenteando com bebida, ou com uma carta impressa, com perfuminhos e com chocolate. Pode ser um mascote ou item de papelaria que “faz um carinho” para aquele cliente. Importante destacar: o básico pode ser diferenciado se tiver alta qualidade, se tiver um toque muito pessoal. Importante é olhar para os detalhes. Aqui o pensamento que vale é o seguinte: estou acima do fotógrafo sem produto e ainda na frente do fotógrafo com produto mais do mesmo. E está bem perto do fotógrafo com oferta de produto diferenciada. 

From above anonymous photographer looking through printed photos placed on white table in living room

3 – O terceiro mito é de que se é  diferente vai custar muito mais caro. Muitas vezes a diferença entre o básico e o que vem com algo mais é de poucos reais. Na verdade tem mais relação com o esforço. Aquele cuidado é pensar, criar e preparar algo melhor com seu produto. No fim, se relaciona com o mito 2, do clássico bem feito. O desafio nesta etapa é ter um item ainda melhor, mais rebuscado. Fotógrafos que se destacam em produtos impressos costumam ter mais opções disponíveis que vão do simples ao sofisticado. Já vi fotógrafa de família com embalagem com álbuns, fotos avulsas, tudo personalizado e ainda com uma câmera instantânea de presente. A reflexão aqui é do que você pode fazer personalizado para seus clientes. É sim mais trabalhoso, mas envolve se posicionar de forma distinta e se destacar do “mais do mesmo” e até do básico que está um nível acima como na opção anterior. 

Que tal refletir sobre essas questões e tomar uma atitude quanto aos produtos impressos na fotografia?  Dias 14 e 15 de setembro tem nova turma ao vivo do Foto+Produto. 

Dúvidas? enfbyleosaldanha@gmail.com e Whats – 11-99123-4351