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Estudo de caso: a nova era dos apps para ganhar dinheiro com fotos e vídeos

A App Store da Apple completou recentemente dez anos de história. Com milhões de apps lançados e puxando todo um novo comportamento dos usuários. Com o avanço da fotografia e dos vídeos nos smartphones andou junto uma nova fase de novos aplicativos para faturar com fotos e vídeos. Dois cases comprovam isso. A Vigo Video e Agora:

Evento de lançamento da Vigo Video no Brasil. Famosos e influenciadores digitais presentes no evento

Vigo Video. Um app que está investindo pesado no Brasil. Com direito a propaganda no programa Alta Horas da Globo. A ideia do Vigo é simples: você sobe vídeos curtos de até 15 segundos e pode ser remunerado por isso. Logo dá para entender porque o aplicativo é um dos mais baixados tanto para iOS quanto Android. Para ganhar dinheiro, o usuário tem que postar vídeos e ter alto engajamento. Isso quer dizer: curtidas, comentários e compartilhamentos. O app tem um sistema próprio de pontuação batizado de Flames.

https://www.youtube.com/watch?v=yh3gMskV_Es

Basta atingir um número determinado de flames para poder sacar o dinheiro. O pagamento ocorre via PayPal. No mais, o Vigo conta com os mesmos filtros tipo Instagram e do Snapchat com recursos de edição. Lançado no Brasil em abril passado, a plataforma possui algumas celebridades envolvidas dentro da rede social. Caso do Felipe Neto. E quem é o dono da Vigo? É a chinesa Bytedance que também desenvolve uma série de outros apps de vídeo pelo mundo.

A Agora Images é um aplicativo espanhol que também paga aos usuários que postam fotos. Entre os investidores estão Gerard Piqué (jogador do Barcelona) acaba de receber um aporte de 2 milhões de euros. Aliás, em dois anos o aplicativo alcançou 2 milhões de usuários na comunidade. Gente que sobe uma nova foto a cada 4 segundos dentro do app. Desde o início já foram postadas 6 milhões de fotos no Agora Images de usuários de 190 países.

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Com o aporte, a empresa deve aprimorar a plataforma e aumentar o engajamento com competições patrocinadas entre os usuários. A Agora deve ainda contra mais desenvolvedores e ampliar o time de marketing. O CEO, Octavi Royo, disse que o capital vai apoiar as ações de crescimento da base internacional. O modelo de negócio funciona assim: os usuários sobem as fotos e participam de competições temáticas. Depois as marcas escolhem quais fotos serão compradas. Segundo os desenvolvedores do app, sem cobrança de comissão ou intermediários. Isso só é possível porque a Agora promove essa arena para que as marcas patrocinem as competições e os usuários não precisam gastar nada. Um modelo de negócios engenhoso. Até porque as marcas conseguem gerar conteúdo a partir dos próprios usuários. A Agora Images fatura nos patrocínios de cada concurso com as empresas.

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