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Estúdio no DF: do MEI para o Simples Nacional

Tati Araújo: empresária foi a terceira cadastrada no MEI de todo o Brasil
Tati Araújo: empresária foi a terceira cadastrada no MEI de todo o Brasil
[/media-credit] Tati Araújo: empresária foi a terceira cadastrada no MEI de todo o Brasil

Tati Araújo, em Gama, no Distrito Federal, planeja o que fará de investimentos em seu estúdio fotográfico, o RG Fotografias, após a migração do regime MEI (microempreendedor individual) para o Simples Nacional. “Fui a terceira em todo o Brasil ao me inscrever no MEI em 2009, mas quero mudar para obter linha de crédito maior”, diz. O Regime é para quem fatura até 70 mil reais por ano.

Segundo a fotógrafa, que se dedica a sessões de gestantes, newborn e acompanhamento de bebês, a inscrição no MEI é fácil e sem burocracia, com a vantagem de o profissional poder emitir nota fiscal e estar amparado pelo INSS. “Ser formalizado também passa credibilidade ao cliente”, completa.

Para se tornar Simples Nacional, Tati terá de contratar um contador e um funcionário no mínimo, conforme exigências do regime. O limite de faturamento passa para 3,6 milhões de reais por ano. “Vai ser melhor para obter linha de crédito. Uma vez obtive pelo MEI apenas oito mil reais”, conta.

Está nos planos da fotógrafa investir em um estúdio exclusivo para newborn. Hoje sua empresa está numa casa em que cada cômodo serve para um tipo de sessão fotográfica.

Sessões newborn estão no portfólio do estúdio
[/media-credit] Sessões newborn estão no portfólio do estúdio

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