News 2 meses atrás | Leo Saldanha

Covid-19: o poder das fotos impressas diante da queda no faturamento

Cases de várias partes do Brasil mostram que existem alternativas para compensar perdas com a quarenta

por Revista FHOX

Betina Valente foi entrevistada recente do FHOXCast. Pois ela enviou recentemente uma ação de páscoa muito interessante. Ela estimulou a base de clientes para que eles façam fotos impressas com os próprios arquivos. Um presente de Páscoa para a clientela. Claro, ela servindo como uma agente de impressão dessas memórias. A ideia é acertada e pode ser feita mesmo remotamente. Basta usar ferramentas como o WhatsApp e Instagram. Foi o que Betina fez. Primeiro divulgando a ação no Instagram e na sequência gerando boca-a-boca entre os próprios clientes. “Surpreendemos nossos com clientes! estão encantados, indicaram aos amigos e estão encomendando porta-retratos com as artes para dar aos avós!” disse Betina para a FHOX. 

Tibério Hélio de Teresina também está agindo. Ele vem criando álbuns de viagens e memórias das famílias (feitas por elas mesmas) e levando isso para o papel. No que ele chamou de pacote anti-vírus. 

Nesse momento de quarentena a única certeza é que as famílias estão juntas. Contudo, pais e filhos não terão contato com os avós e outros familiares. Um presente como porta-retrato, fotopresente, álbum ou decoração com fotos pode ser uma forma surpreendente e emocionante de aproximar e mostrar amor pelos familiares. Tudo pode ser feito via ferramentas digitais e redes sociais. E a entrega via portador/entregador. No caso do Tibério outra vantagem é que ele conta com uma impressora térmica da Fujifilm e consegue criar os produtos impressos no próprio estúdio. A FHOX teve contato com outros fotógrafos e empreendedores da imagem que estão agindo de forma parecida. Criando álbuns de quarentena com as fotos das próprias famílias. Uma estratégia que casa bem com esse momento de isolamento. 

O fato é que muitos expõe o desafio de vender esses produtos sem parecer que estão se aproveitando ou sendo oportunistas. A solução, no caso de Tibério por exemplo, é mostrar o que ele faz de um jeito mais natural. “Eu mostro o que eu faço e aí as pessoas pedem” disse ele no tempo de interação da aula de marketing de 30 minutos que ocorreu na manhã de hoje (Dose diária de Marketing da FHOX). O que fica evidente é que a foto no papel é uma das soluções para compensar as perdas desse momento. Não, não é fácil fazer isso. O que cada profissional apostando nisso parece entender é que cada caso deve ser adaptado de forma personalizada para aquela situação. Resumindo: cabe ao fotógrafo ou negócio de foto se adaptar aos desafios da pandemia de forma sensível, atenta e engajada. Quem souber fazer isso terá bons resultados e ainda ajudará as famílias a se emocionarem com memórias afetivas. 

Na próxima semana ocorre a Primeira Semana Online do Marketing 4.0. Uma atividade que vai falar dessa nova fase de se fazer marketing em busca de alternativas para esse momento delicado da fotografia.