Negócios 10 meses atrás | Leo Saldanha

As tendências e ideias para se preparar e faturar com fotografia em 2018

FHOX preparou uma lista com visão completa de mercado que pode indicar a trilha para você ganhar mais dinheiro com sua fotografia.

Apresentado por
cred.Lynda

Volte e meia surge aquele post nas redes sociais: Quem dá dinheiro é pai e não a fotografia. O fato é que existem mercados aquecidos (mesmo na crise) e boas oportunidades de negócios (para quem está disposto a trabalhar de verdade). Com base nos inúmeros contatos e pesquisas da Escola de Negócios FHOX apresentamos algumas ideias e tendências que podem ser úteis para quem atua (ou pensa investir) na fotografia.

1 – Fotocabine e impressão na hora em eventos – um mercado que cresce de 20 a 25% ano após ano. Hoje são mais de 2 mil empresas atuando de olho nesse tipo de serviço no Brasil. Muitos dos empreendedores por trás do negócio são fotógrafos que buscaram uma forma de compensar com as perdas na crise e da forte concorrência na fotografia social. Os tipos e formatos de fotocabine variam muito. Pode ser a clássica, em formato de cabine mesmo, mas já vemos até “fotobikes” com impressão. Uma das vantagens é que dá para dispensar qualquer tipo de investimento em construção ou montagem com o sistema de impressão via hashtag. É o tipo de serviço que pode ser oferecido combinado com o pacote do fotógrafo ou simplesmente vendido direto ao consumidor final. Aliás, vai bem em festas das mais variadas. Não apenas casamentos, mas também aniversários, eventos corporativos e outros.

Valor cobrado e investimento – o preço médio flutua bastante de empresa para empresa e região, claro. Com negócios cobrando de 500 até 2 mil reais por festa com quantidade de fotos também variando (de um número mínimo até ilimitado ou por período de tempo). Lembrando que o fotocabine pode ser bem explorada em espaços comerciais, bufês, shoppings, ações promocionais em pontos de venda e casas de eventos. O investimento nesse negócio vai depender do conceito escolhido. Pode custar de 5 mil reais com um sistema simples, só com impressora e câmera de entrada, até valores que podem chegar a 80 mil reais (com veículo envolvido).

Espelho mágico. Impressora e envio das fotos por email e para as redes sociais. Faz sucesso aqui e lá fora.

Por que vale a pena? Porque o retorno do investimento e ativação do negócio é rápida. Dependendo do conceito escolhido, o ponto de equilíbrio ocorre em 6 meses.

Três ideias para fotocabine que fizeram sucesso em 2017: Kombi com fotos, fotobike e espelho mágico.

2 – Drone – o serviço de cobertura com esses dispositivos é um dos mais quentes e promissores. Serve não só para eventos sociais, mas também para iniciativas corporativas e usos específicos. Desde atividades governamentais, fotos e vídeos para imobiliárias, publicidade e afins. Outro mercado que cresce junto com os drones é o da educação. Já que para operar corretamente o dispositivo, ter algum tipo de certificado se torna cada vez mais importante. A profissão de operador de drone e empresas voltadas para esse mercado estão em alta. Sempre aparecendo em destaque como uma das profissões mais promissoras. Existem tanto empresas grandes que atuam com equipes até serviços específicos feitos por microempreendedores individuais. Fotógrafos e videomakers oferecem muitas vezes essa cobertura como um serviço extra já incluso para conseguir tentar alguma diferenciação. Na verdade existe todo um mercado a ser explorado pelos próprios profissionais com a criação de novos serviços para atender empresas e consumidores finais e com enfoque exclusivo nas fotos e vídeos aéreos. Segundo a DJI, são mais de 6 milhões de drones em operação (da marca) só na América Latina.

Ameaça ou oportunidade? Lembrando que avança cada vez mais o uso de mini-drones inteligentes com recursos de inteligência artificial e que dispensam operador. Resta saber se em algum momento esses dispositivos colocarão em risco algum trabalho profissional.

Valor cobrado e investimento – os valores cobrados no mercado variam muito dependendo da região e do tipo de trabalho que é feito. O investimento é alto porque envolve a estruturação de uma empresa completa e pode ficar inicialmente na casa dos 40 mil reais (triplicando dependendo da área em que se vai atuar). Só em equipamento, software e treinamento o gasto mínimo inicial será  de 25 mil reais. Considerando ponto, capital de giro, equipe etc, o capital necessário acaba sendo muito maior. Preço cobrado no mercado para cada serviço também pode flutuar dependendo do serviço aplicado. A média de cobertura com foto e vídeo para drones (para coisas mais comuns) fica entre 900 a 2 mil reais para uma diária. Agora veja que existem fotógrafos de casamento cobrando 10 mil reais só pelo serviço de drone no Brasil.

Por que vale a pena? Um dos mercados mais aquecidos e com forte apelo de novidade e valorização do trabalho com fotos e vídeos em tomadas de alta qualidade. Como envolve treinamento e investimento em equipe, certificação e equipamento, não é tão simples para a concorrência copiar e o alto custo torna a competição mais complicada. Matérias em sites de negócios do Brasil e de fora deixam claro: a atuação nesse setor é das mais promissoras para os próximos anos.

Três ideias para cobertura com drones: serviço de fotografia e vídeo para imobiliárias e construtoras. Drone para mapeamento de fazendas e terrenos. Serviço de drone para resorts com ensaio para casais e famílias com tomadas aéreas.

Fotografia newborn (e de família) – o mercado segue aquecido e mais profissionais devem investir na carreira de fotografia de recém-nascidos. A boa notícia é que esse segmento é três vezes maior do que o setor de fotografia de casamento. Contudo, temos dois problemas ocorrendo nesse momento. E uma notícia boa (onde está o faturamento).

1 – A crise trouxe mais fotógrafas para esse mercado de olho nas oportunidades. E por falta de experiência e conhecimento muitos apelaram para preço baixo. Pior, muitas vezes vendem só fotos digitais no pen-drive e sem o nível técnico e de segurança recomendados com o mínimo para atender nesse tipo de fotografia que exige total responsabilidade. Sem álbuns e nem fotos impressas acabam sem diferencial nenhum e sem capacidade de valorizar o trabalho com um produto físico. 

2 – Com mais concorrentes o impacto da pressão dos preços afetou até mesmo fotógrafos medianos e as referências do mercado. Isso trouxe um desnivelamento no preço geral e afetou até  encadernadoras e outras pontas da indústria. As fotógrafas consumindo produtos mais baratos e buscando opções em conta trouxeram o faturamento geral do mercado para um patamar menor.

3 – As fotógrafas de newborn que atuavam exclusivamente com fotos de bebês notaram que não poderiam mais clicar só recém-nascidos e passaram a fazer mais fotos de família (gestante, parto e outros). Muitas, inclusive, voltaram a fotografar eventos infantis como aniversário e batizados. Além de acompanhamentos. Isso é um bom sinal porque fez as profissionais (experientes ou não) a sair da zona de conforto e a atuarem na essência de um ofício. De ser a fotógrafa daquela família. Ou resumindo: newborn é só uma vez, já os outros eventos importantes na vida de uma família vão continuar ocorrendo, como aniversários e outros eventos infantis. 

Por que ainda vale investir nesse mercado? Porque temos 3 milhões de bebês nascendo por ano no Brasil. Um mercado que é 3 vezes maior do que o de casamentos. Contudo, a tendência da taxa de natalidade brasileira já é de queda e a concorrência só aumenta. Por isso é importante ser fotógrafa newborn e de família.

Quanto cobrar e qual o valor de investimento – para ser fotógrafa newborn sem estúdio o custo é menor porque ela pode fazer na casa do cliente. Contudo, não entra só o investimento em câmera e site. Coloque na conta cursos, workshops, congressos e afins (e que são recorrentes). Mais do que isso, envolve todos os apetrechos como cenários, props e outros. Tem ainda seguro e fornecedores. Caso queira estúdio próprio, a fotógrafa precisa se preparar para investir pesado em ponto, reforma e tudo o que envolve um estúdio de rua. O investimento nesse caso leva o profissional a gastar entre 150 a 300 mil reais (no mínimo). Caso trabalhe de casa, o investimento será de no mínimo 30 mil reais nos primeiros seis meses. Quanto se cobra no mercado? Com a concorrência, os valores de mercado caíram. Isso porque existem fotógrafas newborn pedindo 150 reais para fotos de recém-nascido. O preço saudável cobrado pelas profissionais medianas fica entre 1500 reais. Fotógrafas referência cobram quase 4 mil reais. Faturamento médio mensal é bem variável: com fotógrafas ganhando entre 5 mil e 30 mil reais mensais. Onde encontrar mais informações: Blog da ABFRN no site da FHOX 

 

O fotógrafo cuidar de toda a família – a ideia de um fotógrafo completo que atenda uma família por muitos e muitos anos é valiosa (quanto fatura um fotógrafo da família por 10 anos cobrindo os principais momentos daquelas pessoas?). Muito valioso porque envolve confiança. O fotógrafo da família atende clientes por várias gerações. Mais do que um fotógrafo de casamento ou newborn, trata-se de uma fotógrafa daquela família. A família começa no casamento e todas as outras oportunidades surgirão a partir desse momento. Ser um fotógrafo da família é a chance de indicação para familiares e amigos (e esse é o melhor marketing que existe. Se você entender isso vai ter menos dor de cabeça). Esse item da lista deveria ser prioridade de fotógrafos de casamento e fotógrafos newborn. Se auto definir como fotógrafo só de casamento ou só de newborn será cada vez mais difícil daqui pra frente. Estudos da FHOX mostram que fotógrafos que atendem uma família conseguem faturamento maior, mais indicação e consistência nos trabalhos. Os fotógrafos que faturam entre 15 e 30 mil reais por mês costumam atuar bem próximo das famílias.

Boca a boca – a indicação representa 80% (às vezes mais) do marketing de um fotógrafo bem sucedido. Ou seja, é o trabalho profissional e bem feito que vai gerar novos trabalhos dentro daquela família. O trabalho bem feito não quer dizer só foto belas (o que é subjetivo). Na verdade envolve postura (a palavra profissional não é à toa), produtos (você oferece tudo o que poderia e deveria e que vai agradar seu cliente?), preço (você dá condições de pagamento?) e atendimento (onde? Na casa do cliente, na sua casa, no escritório, no estúdio ou no Starbucks?). Questões como o primeiro contato e outras entram na percepção que será percebida pelos clientes. Como é esse primeiro contato e sua abordagem nesse sentido? O fato é que não existem livros, cursos e workshops que ensinem a gerar boca a boca. É trabalho pesado que gera frutos com o passar do tempo e, por isso, que tanta gente desiste pelo caminho enquanto outros colhem inúmeros frutos depois de muitos anos de esforço.

Comecei e não sei o que fazer para gerar indicação: as parcerias com lojas relacionadas do seu ramo é uma forma interessante de atrair clientes. São vouchers e cortesias para clientes de lojas do mesmo público. Caso de lojas de roupa de bebê, de gestante e brinquedos. O trabalho de parceria é bom para o negócio que indica o fotógrafo porque é uma forma de agradar o cliente. E para o fotógrafo é um jeito eficiente de atrair sessões.

Fotografia pet – um mercado com mais de 100 milhões de animais de estimação que nem conhece a crise. Ainda assim, o Brasil parece pouco explorar de forma total esse segmento da fotografia. De certa forma, trata-se de um adendo importante da fotografia de família, já que os bichinhos de casa recebem cada vez mais tratamento de filho. A quantidade de pet shops e veterinários no país oferece uma gigantesca oportunidade de cliques, produtos e impressão para clientes finais.

Três ideias para atuar com fotografia pet: criar sessões de pet newborn ou pet junto com os filhos. Ensaio específicos e exclusivos para atender as crianças com os animais de estimação. Criar ensaios smash the cake para cães também ganha força. Fazer uma exposição para gerar conscientização sobre adoção de bichos. Outra boa ideia é fazer parcerias com lojas petshop e veterinários.

Fotografia instantânea – as fotos impressas na hora por câmeras como as da Instax da Fujifilm oferece chances inesgotáveis de produtos e serviços diferenciados. Desde decoração de eventos e festas até ensaios inusitados e presentes personalizados e únicos. O principal grupo que consome essas câmeras de fotos na hora é de jovens e, sobretudo, mulheres e meninas. O valor da foto é altíssimo sob uma ótica emocional, já que cada Instax é única. Com as opções de impressora de smartphone no formato Instax e na nova câmera Square, a Instax abre ainda mais o leque para que fotógrafos e empreendedores faturem mais e de forma encantadora na fotografia. Serve como alternativa para o serviço de fotocabine, e é uma forma de dar cortesias e mimos para clientes durante sessões fotográficas.

Três ideias para faturar mais com Instax: o fotopresente único e personalizado como um álbum Instax. Criar um corner Instax dentro do estúdio ou da loja com direito a set para fotos na hora. Até com venda avulsa. E fazer oficinas artesanais para personalização de presentes com fotos Instax.

💕This is the most unique and meaningful personal gift for your loved ones. The gift box will explode once opened, and reveal all the love you put into it. The “Surprise Box” is beautifully designed and decorated so that you can save some of the most Memorable photos between the two of you. Rather than giving material goods, this is a special way to say “I love you”. The perfect gift for Valentines, Mother Day, Christmas, Birthday, or Anniversary.💕Get yours here ➡ https://goo.gl/jf673DGet yours here ➡ https://goo.gl/jf673DTag somebody who would LOVE this!

Posted by MF Household on Tuesday, November 21, 2017

Produtos personalizados com foto (com criatividade) – está relacionado tanto a impressoras, quanto minilabs e câmeras instantâneas. Os famosos fotopresentes estão retomando o posto de destaque que tiveram dez anos atrás. A nova fase do fotopresente é empolgante porque agora as possibilidades de aplicação são inesgotáveis. Caso do post recente que colocamos no site da FHOX e que mostra uma caixa com fotos como nunca antes tinha sido mostrado. Um fotopresente que pode ter valor de venda de 150 ou mais reais e que toda loja de foto ou estúdio deveria vender.

A venda de experiências no ponto de venda – falar em loja de fotografia é normalmente pensar em um modelo de venda ultrapassado. A nova configuração que dá certo aqui e lá fora é da venda de experiências e da diversificação dentro da própria fotografia. Como no exemplo da loja sul-africana Cameraland que é ao mesmo tempo escola, galeria, café e muito mais para imprimir, ensinar e encantar com fotos. Vai além do ponto físico já que envolve site e redes sociais preparados para atender e vender aos clientes no ambiente digital. Aqui o melhor exemplo é da Adorama e da B&H.

A fotografia de formatura – ao contrário de casamentos e newborn (dois mercados que devem encolher gradualmente), a formatura só vai crescer no Brasil. Já temos 1 milhão de formandos ano e em poucos anos esse número pode triplicar ou quadruplicar. Trata-se sem sombra de dúvida do mercado que mais imprime fotos e gera álbuns de fotografia no mercado fotográfico. Não é para menos que tivemos três grandes eventos voltados para esse segmento em 2017 e com potencial para mais avanços em 2018. A fotografia de formatura vem atraindo fotógrafos de casamento que estão renovando o estilo fotográfico (uma necessidade) nesse nicho. Novas operações com conceitos modernos (caso da Zangraf) mostra que essa parte do ramo deve crescer ainda mais em 2018.

Vídeo – 75% do trafego na internet hoje vem do vídeo. Pode ser um post no Facebook, uma animação no Instagram ou um post no Vimeo. Os profissionais que não olharem para um trabalho mais multimídia perderão muitas chances daqui pra frente. Marcas, clientes e o próprio comportamento geral espera publicações e perfil que mistura fotos e vídeos de forma fluida. Os profissionais que souberam usar o vídeo como meio de divulgação e na geração de produtos que muitas compõe com as peças impressas, terão chance de excelente ganhos em 2018. Não, não é fácil, e dá mais trabalho. Agora, a visibilidade e o engajamento dos clientes tendem a recompensar esse esforço.

Photographer working at the desk – Illustration with DLSR camera, photos, image manipulation software, sd cards and other photography equipment

Personalização e marketing 4.0 – se existe algo que notamos na FHOX e no estudo de negócios e inovações dentro e fora da fotografia é que o sucesso de um negócio depende de personalização (da experiência ao produto. Do atendimento ao site). E isso vale para todos os segmentos da fotografia. A tal da venda da experiência criada especificamente para o cliente, tanto no serviço quanto no produto. Um bom exemplo é o conceito de loja da Fujifilm com Wonder Photo Shop ou de um fotógrafo que cria sessões exclusivas e únicas para seus clientes. Queremos algo com nossa cara e que seja único como a gente. Você não quer isso para você quando é atendido?

Participantes da Escola de Negócios FHOX. Iniciativa única prevê visão de negócios personalizada para cada empreendedor

Na Escola de Negócios FHOX em 2017 isso ficou claro. Os participantes receberam relatórios e avaliação individual. Até porque não existe solução ou receita pronta que funcione para todos das mesma forma. O que vem frustrando participantes de workshops e de congressos é de justamente procurar uma “receitinha de bolo” para os negócios. E só se encontra respostas se você fizer perguntas pensadas no seu problema que é individual. No fim é bastante simples. Essa personalização vale para sessões, produtos, álbuns e atendimento. Vale inclusive para preço e negociação.

O marketing 4.0 será a base da Escola de Negócios FHOX em 2018. E não tem segredo: é a junção entre o digital e físico e do desafio de se vender experiências levando em conta esse novo comportamento dos consumidores em todas as esferas onde cada um anda com um super computador conectado 100% do tempo e sempre com uma câmera no bolso.

Falando nisso…

As duas tecnologias que devem interferir no mercado fotográfico aqui e lá fora:

Inteligência artificial – conversar com drones e câmeras de ação já não é coisa de filme futurista. O aprendizado de máquina e a inteligência artificial estão avançando sobretudo em softwares (Adobe, Google, Apple, Facebook, Samsung, Huwaei/Leica, DJI, Amazon) e deve impactar cada vez mais o ramo fotográfico. O que não é necessariamente ruim. Quem ganha com isso é o consumidor final e o fotógrafo. Impressoras, quiosques e apps inteligentes devem oferecer mais e mais recursos. Dando agilidade nas mais variadas frentes da fotografia. Alguns destaques:

– Nos quiosques e impressoras oferecem seleção automática das melhores fotos e ajustes automáticos de retoque e edição.

– Nos apps, seleção, armazenamento, edição e fluxo cada vez mais automático, rápido e fácil.

– Nos programas de edição com ganho em agilidade no fluxo de trabalho e nos retoques mais sofisticados. Não só para fotografia, mas também no vídeo. O fotógrafo terá mais tempo para clicar e a tendência é de que venha conversar com programas para resolver problemas e ajustar funções.

– As câmeras e smartphones terão participação frequente com ganhos na qualidade, reconhecimento facial e melhoria das fotos em condições de pouca luz. A palavra de ordem aqui é de sistemas que aprendem com o uso do fotógrafo e corrigem falhar e melhoram e ajustam a câmera de acordo com o uso do entusiasta ou profissional.

– Em todos os equipamento e softwares a tendência é a mesma. De conversarmos com smartphones, impressoras, apps, softwares, drones, câmeras de ação e câmeras. O futuro é da voz comandando tudo.

Posted by Leo Saldanha on Tuesday, December 19, 2017

Realidade aumentada – o mais bacana dessa tecnologia é que ela depende do ambiente real para existir. Isso oferece oportunidade de valorizar o que é real. Logo, fotos impressas, álbuns, fotopresentes e afins terão usos criativos e que darão mais valor a foto impressa. Para câmeras de smartphone ou mesmo DSLRs, drones, câmeras de ação e outros terá usos surpreendentes para indicar melhores práticas e outras informações em tempo real. O case da Magipix ilustra muito bem isso.

A primeira turma da Escola de Negócios FHOX (nessa nova versão 4.0) ocorrerá no dia 17 de fevereiro.  

Saiba mais e reserve sua vaga pelo telefone 11-2344-0810 ou nos e-mails: atendimento@fhox.com.br ou leo@fhox.com.br