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Steve Jobs é indicado para o Hall da fama da fotografia

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Foto de Albert Watson

Muitos talvez não saibam, mas Steve Jobs era um grande fã de Edwin Land (fundador e o inventor genial da Polaroid). Inspirado por Land, Jobs levou a sério o apreço pelo design e as inovações imaginadas por Land. Dois conceitos que os dois cultuavam: simplicidade e a necessidade de pular etapas caso seja necessário. Prova disso é que a Polaroid pode não ter inventado a fotografia, mas criou sim a foto instantânea. Na outra ponta, Jobs pode não ter inventado os tocadores de MP3, mas certamente revolucionou todo o segmento e a própria indústria de música com o iPod. Como se sabe o iPhone foi a evolução do tocador da Apple. Aliás, o smartphone da marca está próximo de completar 10 anos. Hoje quase 1 bilhão de pessoas usam iPhones. O que eles tem em comum: uma câmera com boa qualidade para fotos, selfies e afins. O impacto de Jobs na fotografia vai além. Fotógrafos usam iMac, Macbooks e outros produtos da marca. No ambiente dos aplicativos outra revolução. Como seria esse universo dos apps fotográficos sem o avanço tecnológico e a popularidade dos iPhones. Não resta mais dúvida quanto ao avanço do uso dos smartphones pela comunidade fotográfica. Hoje grandes artistas, designers e fotógrafos criam com esses equipamentos. No caso específico dos fotógrafos, grandes nomes da fotografia (autorais e fotojornalistas) mostram-se cada vez mais próximos e afeitos aos benefícios da fotografia com smartphone.

O anúncio do The Photography Hall of Fame and Museum (baseado em St.Louis no Missouri nos Estados Unidos) ocorreu sexta passado e no anúncio oficial sobre a indicação de Jobs dizia: “Um apaixonado por fotografia, tanto na vida pessoal quanto no trabalho. Sua contribuição foi profunda para a comunidade artística com a criação do iPhone. Um dispositivo que em menos de uma década mudou tanto a arte da fotografia como a própria indústria em seu entorno.