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RobotArt: uma competição de inteligência artificial fazendo arte

 

 

O grande vencedor. O robô CloudPainter levou 40 mil dólares para o time

RoboArt é um competição de robôs que usam inteligência artificial para criar obras de arte. Foram mais de 100 inscritos com 19 equipes. Cada obra recebeu votos abertos ao público e depois foi julgada por um painel de artistas, críticos de arte e especialistas em tecnologia. O grande vencedor foi o norte-americano Pindar Van Arman, especialista em robótica. Ele usou sistemas de aprendizado de máquina para criar as pinturas com seu robô CloudPainter e levou 40 mil dólares de prêmio. CloudPainter criou uma série com seis retratos e uma recriação da obra impressionista de Paul Cezanne (l’Estaque).

O robô de pintura usado por ele usa uma cabeça de impressão personalizada para pintura 3D. Conta com múltiplos braços e funciona com um elaborado algoritmo de aprendizagem. Na prática isso quer dizer: esses equipamentos tomam decisões estéticas de forma independente.

Obra recriada pelo equipamento da Universidade de Columbia. Pintura feita a partir de uma retrato (fotografia) de Ali

O segundo lugar ficou com Lab de máquinas criativas da Universidade Columbia. Também com um trabalho impressionista, o equipamento desenvolvido pelo time mostrou grande destreza com as pinceladas. O robô funciona com um braço articulado e seleciona de forma autônoma as tintas da paleta para criar os tons e traços. O robô mistura as tintas e limpa os pinceis sozinho. Cada obra criada pelo robô leva 48 horas em média para ficar pronta. O terceiro lugar ficou com a Universidade Kasetsart da Tailândia. Eles criaram um robô que recria pinturas na tela reproduzindo os movimentos dos braços de um artista humano. A máquina emula desde a posição do pincel até a força que será usada em cada movimento.

O fato é que a cada vez mais comum equipamentos com sistemas de inteligência artificial sendo usados para criar arte. Temos um exemplo bem próximo na fotografia. O app Prisma (Rússia) cria fotos com inteligência artificial e no final elas parecem pinturas. Tudo a partir de uma imagem. Cada filtro gera uma nova fotografia original. Isso também envolve redes neurais para gerar obras únicas. Mais do que uma ameaça, a IA deve ser encarada como mais uma ferramenta que pode ajudar a desenvolver novos projetos. Seja na arte clássica ou na fotografia. O que é certo é que ela deve impactar os processos criativos de todo o mercado daqui para frente. Tomara que de forma positiva.

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