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NFTs seguem crescendo e criam novas oportunidades para a fotografia

(Crédito: iStock)

Ampla gama de novas possibilidades em arte digital para artistas, compradores e colecionadores está revolucionando a maneira como se comercializa arte

Em um mundo cada vez mais digital, os NFTs são as criptomoedas queridinhas do momento para vender sua arte de forma digital. Elas estão chamando a atenção de artistas e de muitos “mecenas” investidores, sacudindo o universo das artes e batendo recordes de vendas.

Enquanto os “antigos” milionários compravam, por exemplo, pinturas de antigos mestres, os novos compram CryptoPunks, que são imagens artísticas de 24 x 24 pixels, inspiradas na cena punk de Londres, lançadas em 2017 como um dos primeiros tokens não fungíveis na blockchain Ethereum. E tem muitos artistas faturando milhões com isso.

Mas, afinal, o que são NFTs?

NFT significa “Non Fungible Token”, ou seja, token não fungível. Um token é um ativo digital emitido por uma blockchain, que por sua vez é uma tecnologia de registro de informações que torna difícil ou impossível alterar, hackear ou trapacear o sistema. Funciona como se fosse uma assinatura ou certificado de autenticidade de sua foto ou obra de arte.

Diferentemente das criptomoedas Bitcoin, que são fungíveis, o que quer dizer que são intercambiáveis ​​e têm o mesmo valor, os NFTs não são fungíveis; portanto, cada unidade (token) é única e não pode ser reproduzida. Isso significa que podemos rastrear a história da propriedade, quando ou por quem foi comprado e quem o criou em primeiro lugar.

Cada NFT representa uma obra digital única, 100% original, que não pode ser substituída por outra e é usado ​​para representar fotos, áudios, clipes de música, animações e todo tipo de arte digitalizada. O que é particular sobre os NFTs é que eles provam a propriedade: o valor da criptoarte tokenizada está nesta exclusividade.

Você talvez já tenha ouvido falar de Mike Winkelmann, artista mais conhecido como Beeple. Em março, ele consolidou seu lugar “entre os três artistas vivos mais valiosos” com sua colagem de JPEGs, “Everydays: The First 5000 Days”, vendida como um NFT na casa de leilões Christie’s por US$ 69 milhões. Antes dessa venda, ele normalmente vendia impressões por uma média de US$ 100 cada.


(Crédito: iStock)

NFT x fotografia

A fotografia é uma das expressões artísticas que só tem a ganhar com esse novo formato de criar e vender obras de arte digital.

O criador pode tokenizar uma fotografia, e quem detém esse token possui essa fotografia específica. Os compradores também podem estar interessados ​​em possuir uma parte de uma obra de arte, que de outra forma não poderiam pagar.

Em 2018, o fotógrafo irlandês Kevin Abosch colocou sua fotografia “Forever Rose” no mercado NFT, mas nenhuma fotografia física foi vendida. Ele criou um token chamado “Forever Rose”, e esse token representava sua fotografia. Ao dividi-lo em dez ações, para que dez pessoas pudessem possuir uma fração do token original, o artista levantou US$ 1 milhão, o que demonstra o poder dos NFTs para a comercialização de fotografias.

Mudando a maneira como se vende arte

A nova tendência no mundo da fotografia está ganhando força, graças a artistas como Reuben Wu, Justin Aversanso e Alejandro Cartagena, nomes que vêm fazendo muito sucesso com a tokenização de suas coleções.

Um simples clique agora pode ir para o mundo virtual e gerar mais dinheiro do que se estivesse em uma exposição, vendido para um veículo de mídia ou publicado em um livro. 

Vale lembrar que a maioria das transações digitais em NFTs está hospedada na blockchain Ethereum (ETH). Considerada a segunda maior moeda digital no mercado, ficando atrás somente do Bitcoin, tem alcançado altas históricas de valorização, estando hoje em mais de R$ 20 mil.