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Dispo começa a testar venda de fotos como NFT para usuários do app

Aplicativo que simula uma câmera de uso único nos smartphones começou a testar o recurso nas últimas semanas

Dispo é um app que já mostramos aqui (clique aqui: Dispo) criado em 2019. O aplicativo é uma comunidade para quem curte fotografar, mas não quer ver na hora. Basicamente é como uma câmera descartável que só permite ver as imagens tiradas no dia seguinte. E faz muito sucesso no mundo todo (inclusive recebeu aporte de investidores). Pois a novidade da empresa agora é a possibilidade de converter as fotos geradas por lá em NFT e disponibilizar para venda. A tecnologia de Tokens Não Fungíveis vem fazendo sucesso e ajudando muita gente a ganhar mais dinheiro com seus arquivos. A tendência é de que mesmo aquilo que é digital se torne único com esse avanço do NFT.

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Evolução com NFT – O CEO da Dispo, Daniel Liss, disse para o site TechCrunch que não sabe exatamente como vai usar a parte de vendas dentro do app com NFT e qual criptomoeda será incorporada na ferramenta. A decisão mostra-se acertada porque seria uma forma inovadora de monetizar para os usuários e não só isso. Já que permite dar valor para fotos digitais dentro da própria plataforma. “Existem inúmeras formas de aplicar NFT no Dispo, poderia ter acesso via API para outra plataforma blockchain” explicou. De qualquer forma, seria algo visível e disponível a um clique de botão na tela para converter aquela foto artística em uma obra única tokenizada. Trata-se de uma nova fase para Dispo que esse ano foi chamado de “Instagram menos tóxico” entre outras coisas. Quem usa Dispo faz a foto na hora mas só vê o arquivo as 9h da manhã do dia seguinte. E dá para ter álbuns compartilhados com amigos e parentes. O aplicativo tem uma levada meio “anti-selfie” e é mais sobre gerar fotos belas e contar histórias.

Crescimento – Dispo conta com quase 5 milhões de downloads só entre março e agosto o aplicativo já foi baixado por mais de 1.5 milhões de pessoas. Crescimento de mais de 118% em comparação com o mesmo período de 2020. Sobre a novidade do NFT, Liss disse: “Por que NFTs? porque são nossas memórias mais importantes em valor. E elas tem valor econômico, porque nós as criamos, e no passado as redes sociais não souberam valorizar isso. Como resultado, a única forma que um criador com muitos seguidores era compensado envolvia vender direto para uma marca, ao invés de faturar com seu conteúdo”.