Por um fotógrafo mais pessoal!

Em um mundo onde todos são fotógrafos, ser só profissional já não é mais o bastante

por Revista FHOX Publicado há 6 meses atrás | por Leo Saldanha

Não é exagero dizer que existem mais de 200 mil fotógrafos atuando formal e informalmente no mercado. A sensação de quem atua no ramo é de é muito mais do que isso. Basta uma pesquisa nas redes sociais sem muita dificuldade para identificar que mais de 1 milhão de pessoas se dizem fotógrafos no Brasil. Ser fotógrafo é um termo amplo.

– Existem aqueles que vivem 100% de fotografar.
– Existem os que fazem meio a meio. Ou seja, que trabalham durante a semana em outra profissão e nos fins de semana clicam em eventos sociais.
– Temos ainda os que querem ser mas não conseguem nenhum trabalho. Tudo ainda muito no início.
– E tem por último o que fotografa por prazer e não vive de foto e nem quer viver. Mas consome câmera, papel, etc.

Foto: Matheus Bertelli

Digamos que você é profissional (ou quer ser). Minha pergunta nesse caso é: Você quer conquistar mais mercado e respeito? Nas turmas da Escola de Negócios Fhox é o que quem está no mercado ou está iniciando mais quer saber. Por quê? Porque reconhecimento por parte de clientes e colegas é gratificante. Porque faz bem para o ego. Contudo, o trabalho desmedido para aparecer para novos clientes e ao mesmo tempo impressionar concorrentes parece uma corrida sem fim. Por trabalhar com imagem o fotógrafo fica refém das aparências. De mostrar mais do que fazer. Não tem muito jeito. A fotografia profissional movida pela vaidade é tóxica. Sabe por quê? Porque ela é uma rota que desgata no tempo. Não dá para ficar só correndo de atrair novos clientes e ser reconhecido no mercado por muito tempo. No fim o jargão “deixe o trabalho falar por você” faz mais do que sentido. Esse falar deve envolver seus clientes e não concorrentes, claro.

Ser profissional é básico. Ter qualidade, postura, profissionalismo enfim. Se você não tiver nem isso não há nem como continuar. Mas pasmem, muitos fotógrafos que se dizem “profissas” mal fazem o básico.

Por um fotógrafo mais pessoal. Cuidar é o marketing mais efetivo hoje. Só perde para o boca a boca. Aliás, que é justamente gerado pelo cuidado. Interessa genuíno em cada pessoa. Quem ele é? O que quer? O que posso criar para ele? Como faço para ele ficar satisfeito? Satisfação gera indicação e retorno. “Ele cuidou tão bem de mim. Ele criou fotos que representam minha história e com a minha cara”. O fotógrafo mais pessoal (ou videomaker) pensa caso a caso. Ele enxerga indivíduos e não números. Não são só contratos, são acontecimentos daquela família que terei que cuidar muito bem. A fotografia profissional precisa dessa mudança de conduta. Romântico? Poético? Utopia? Será mesmo? Os fotógrafos(as) que estão bem de verdade nem aparecem muito. Estão voando baixo (fora do radar) e não palestram, não vendem curso e não se promovem para os colegas. Deve ser porque eles estão pessoalmente muito envolvidos com seus clientes.

Precisa de ajuda com essas questões de marketing sem fórmulas mágicas ou receitinhas prontas? A Escola de Negócios pode te ajudar. Seja com as novas turmas presenciais do Seminário Marketing 4.0 e do R.U.M.O.