Por Nicolau Piratininga
É formado em Comunicação Social pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e entusiasta da fotografia. Realizou diversos cursos de especialização em artes e em fotografia, além de atuar em projetos paralelos de registros fotográficos da cidade de São Paulo. Foi gerente da divisão Conservart da empresa Molducenter, especializado em montagens de materiais Fine Art. Possui expertise em acondicionamento, conservação e restauro de acervos em papel. Em 2014 tornou-se o primeiro latino americano a obter o certificado Guild Commended Framer pela Fine Art Trade Guild na Inglaterra de emolduramento de obras de artes.  peixeseco@gmail.com

O fotógrafo e seu acervo

Agora tenho uma coluna na FHOX e estou muito contente em poder escrever e promover uma série de interações com o público que, assim como eu, gosta de arte e fotografia e outras coisinhas mais.

por Revista FHOX Publicado há 3 anos atrás | por Nicolau Piratininga

Minha coluna na Fhox, a partir de agora, passa a ser aqui nesse blog. Achei super legal a ideia e fiquei bem entusiasmado com o convite. A dificuldade será manter uma boa periodicidade, mas prometo tentar cumpri-la ao máximo. Assunto não falta e as vantagens de escrever nesse tipo de mídia é poder contar com sua interação nos comentários e poder ir direto aos links das referências.

Quando, por exemplo, mencionar a bendita ficha PIR, posso facilitar sua vida e colocá-la bem aqui.

Os cinco pontos que a ficha preenchida questiona ajudam em um futuro nem tão distante assim. Eu ainda a completaria com um sexto ponto para quando ela for montada, acrescentando o tipo de emolduramento/montagem. Especificando o tipo de moldura e passepartotut usados, quando for o caso.

Library Archives at 345 Hudson Street; Guggenheim Museum Offices, New York
Library Archives at 345 Hudson Street; Guggenheim Museum Offices, New York

A Ficha PIR é voltada para os registros impressos, mas de maneira resumida pode ser usada para arquivos digitais. Você também pode criar sua própria ficha acrescentando informações relevantes do trabalho.

Acho que uma das minhas missões por aqui, e talvez a mais importante, é levantar questões de como podemos cuidar do nosso acervo hoje para que ele esteja vivo daqui a 5, 10, 15, 50, 100 anos ou mais. Por menos organizado que ele seja, é preciso deixar pistas para conhecê-lo melhor no futuro.