Blog do Léo
Por Leo Saldanha
É publisher da FHOX e também responsável pela Escola de Negócios FHOX leo@fhox.com.br

Mais um exemplo da fotografia como moeda digital

App israelense elimina etapas e dá mais qualidade de vida para os pacientes. E a fotografia é parte fundamental desse processo.

por Revista FHOX Publicado há 3 anos atrás | por Leo Saldanha

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O texto da respeitada revista britânica The Economist mostra o case da israelense Healthy.io . Eles criaram o aplicativo Dip.io que transforma câmeras de smartphone em uma ferramenta clínica. Basta o usuário seguir as instruções. O sistema combina acessórios de diagnóstico para completar a análise clínica da urina. Depois de fotografar, o app analisa tudo automaticamente e faz uma comparação com base no histórico. O médico recebe os dados de forma rápida e em tempo real. O paciente ganha tempo e nem precisa sair de casa. O mais interessante é que Dip.io indica se é importante uma nova consulta ou retorno médico.

Healthy IO (Full Version) from Peepshow on Vimeo.

Entre as indicações do aplicativo estão análises para acompanhar a pressão arterial na gravidez de alto risco. Ou para quem sofre de problemas na bexiga.

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Os próximos passos? Descobrir e prevenir problemas renais e facilitar a identificação de ocorrências dermatológicas. Tudo com a ajuda da câmera do smartphone. Nesse último caso, o sistema funciona combinado com um adesivo que serve de referência para gerar a análise final.

O futuro desses aplicativos é promissor. A tendência é de que essas empresas trabalhem cada vez mais próximas dos fabricantes de smartphones. Sobretudo na parte de pesquisa e desenvolvimento. Isso deve ajudar a desenvolver soluções mais sofisticadas de diagnósticos. Mais rápidas e eficientes. Ou como a excelente matéria da The Economist diz: o futuro é das selfies médicas, basta apontar, clicar e tratar. Dip.io.