Algumas coisas por dizer

por Revista FHOX Publicado há 2 anos atrás | por Regina Sinibaldi

Outro dia me dei conta que a partir de 1º de janeiro a revista FHOX entra em seu 28º ano de publicação! Quanta história…

Sempre tem alguém curioso por saber o significado do nome. Pelo que sei, foi invenção de seu fundador Carlos Dreher e não tem significado (assim como Kodak). No início, FHOX era uma escola de fotografia em Curitiba que bolou um boletim informativo para estar mais próximo de seus alunos. Isso incluía notícias do mercado fotográfico, como lançamentos de equipamentos, endereços de laboratórios e por aí vai. É interessante destacar que até hoje FHOX tem assinantes desse núcleo original. Alguns mantêm o hábito de guardar todos os números publicados até hoje. Outros recortam matérias e as penduram em murais; dizem que fica mais fácil para localizar as informações de que necessitam. Já vi muitos desses murais em estúdios, lojas e laboratórios de fotografia.

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A revista se orgulha de algumas conquistas, como ser a única representante do Brasil e da América Latina na Technical Image Press Association (Tipa), associação sem fins lucrativos que premia anualmente os melhores produtos de fotografia e imagem com base em critérios como tecnologia, design, ergonomia, facilidade de uso, relação custo benefício e outros.

Além da feira e congresso que realiza anualmente, a Fotografar, FHOX é responsável pela interiorização de eventos do mercado fotográfico brasileiro. Várias cidades foram visitadas pelo FHOX On The Road. Em todos esses encontros, nacionais e regionais, o compromisso maior é entregar o melhor conteúdo, seja contribuindo na formação e aperfeiçoamento dos profissionais da fotografia, apresentando produtos e serviços, incentivando negócios, de modo a fomentar o desenvolvimento e a sustentabilidade do ramo no País. Já ouvi relatos de muita gente que se baliza pela revista para decidir investimentos, alterar portfólios, ampliar mercados.

Sei também que a revista é admirada pelos hermanos, da Argentina, do Chile, do Uruguai. Por lá não tem nada parecido.

Um pedacinho dessa história sempre surge em conversas de quem visita a redação, um espaço sempre aberto para quem quer crescer trocando informações com o mercado.