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O olhar de 14 fotógrafos sobre fotografia e o corpo performatizado

Natureza Viva, faz parte da exposição: "A Fotografia como Corpo Performatizado: a autoridade da imagem construída"

O Espaço Cultural da ESPM-Sul recebe a exposição “A Fotografia como Corpo Performatizado: a autoridade da imagem construída”, de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h e aos sábados das 9h às 15h, até 21 de julho. A entrada é franca.

Do corpo imóvel ao corpo em movimento, os trabalhos dos artistas criam ficções que expõem naturezas singulares de representações: corpos que habitam espaços internos e externos, urbanos e na natureza; corpos exploratórios de objetos; corpos desnudos e vestidos com roupas e tramas; corpos mergulhados que flutuam; corpos em foto-sequências; faces que observam e que se ocultam. Não são fotoperformances coletivas, mas ações individualizadas.

Esta exposição agrega trabalhos de artistas com longa trajetória e de jovens artistas, todos interessados na cumplicidade da investigação sobre o corpo performatizado: Carla Borba, Chana de Moura, Claudia Paim, Clóvis Dariano, Danny Bittencourt, Elaine Tedesco, Elcio Rossini, Giordana Winckler, Laura Ribero, Liana Keller/Ana Cândida Lima, Natalia Schul, Silvia Giordani e Stephanny Lotus.

Natureza Viva, faz parte da exposição: "A Fotografia como Corpo Performatizado: a autoridade da imagem construída"
[/media-credit] Natureza Viva, faz parte da exposição: “A Fotografia como Corpo Performatizado: a autoridade da imagem construída”

“Performar uma imagem, engendrar uma ação, é fazer uma imagem como um gesto; não tem a intenção primeira de produzir uma mensagem, mas de abrir um sentido. Nas fotoperformances, todos os olhares dos observadores estão colocados no ponto de vista da câmera. Por isso, mais importante que dar voz à singularidade do fotógrafo, é conceber uma imagem como transparência, como se fosse um espaço envidraçado, pois o interesse não está na ideia do fotógrafo como autor, mas na ação do performer – o registro como um olhar ausente. A imagem performada possui uma dupla natureza – como imagem construída de artifício e como instantâneo -, embora este se apresente, por vezes, mascarado”, comenta a curadora da mostra Dra. Niura Legramante Ribeiro, do Instituto de Arte da UFRGS.

No sábado, 4 de junho, a partir das 10h haverá uma mesa-redonda com os artistas participantes da exposição. Não perca!