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Marketing na fotografia: o problema em não ser específico no posicionamento de mercado

Um dos desafios na hora de “fazer” o marketing é justamente sobre definir o que você tem de diferente

O negócio da fotografia tem uma pegadinha. Sobretudo para fotógrafos. Basta olhar para o exemplo: fotógrafo(a) compra câmera, investe em cursos, cria um portfólio e monta um site (ou só uma conta no Instagram). Se alguém perguntar para essa pessoa o que ela faz, a resposta mais frequente também é recorrente: eu vivo de fotografar. Se houver insistência na pergunta com um “mas fotografar o quê?” a resposta mais específica que vamos conseguir é: “fotografar pessoas” ou “faço tudo que envolva fotografia”. O momento do país é delicado e dizer não para qualquer trabalho é um erro. Logo, se colocar na estratégia generalista parece um caminho óbvio e necessário. Contudo, isso não quer dizer que você não possa ter um posicionamento mais definido. Conheço um fotógrafo de casamento que se posiciona também como retratista e de família. Mas o posicionamento de mercado dele é sobre alguma ousadia, rebeldia e de fugir de um padrão estabelecido. No fim, ele quer atrair pessoas que valorizam fotos com essas características, seja em família ou casamento. Logo, o ato de ser específico não é sobre só olhar para o mercado e o que “der e vier” e sim de estabelecermos nossa visão. O que eu acredito, quem eu sou e como quero lhe proporcionar algo distinto com a minha assinatura. O exercício de posicionamento de mercado na fotografia deve começar por você. 

O que eu realmente gosto e acredito na fotografia…………..

Eu tenho algo que é só meu e da minha personalidade e que poderia aplicar na fotografia…………. 

Curiosamente, fotógrafos e fotógrafas caem na armadilha do lugar comum. Isso ocorre porque sabemos que aquilo ali na “bio” do outro parece ter funcionado para ele/a. Oras, então vou fazer para mim também. Talvez o problema seja a característica própria da fotografia que é um ato de copiar, pois a foto é reprodução e o profissional aprende a ver e a reproduzir. Curiosamente, os que se destacam na bela junção entre comercial/autoral, são aqueles que olharam para dentro e não para fora e foram específicos. O posicionamento de mercado é sobre perguntas. Questionar clientes e a si mesmo para entender como você é percebido na mente das pessoas. Se disserem só que você “fotografa”, penso que temos um problema. Eu já ouvi de um cliente de um fotógrafo o seguinte: ele é o melhor fotógrafo de casamento que eu conheço. E penso que isso é melhor do que “ser só um fotógrafo”. Ou quem sabe ser ainda mais definido, específico. No fim, acredito que dá sim para dizer “sim” para trabalho e fazer o que aparecer, mas ao mesmo tempo ter um posicionamento definido. Insisto no assunto porque na minha visão essa é a base do marketing e na fotografia não é diferente.Um desafio eu sei, pois envolve não olhar para colegas, tendências e referências da fotografia. Já que é sobre olhar para nós mesmos e conseguir responder: quem sou eu na fotografia? Não é uma resposta fácil e pode até mudar daqui uns meses, mas é por aí que começamos a nos diferenciar e acertar nosso caminho de um marketing eficiente na fotografia.

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